January 2010
23 posts
passo as madrugadas com o andré e falamos, falamos, mudamos de assunto, de sonhos, de planos, de medos, do passado e música, música, música e mais música, overdose de música e eu vou me anestesiando, me desligando, e a alma vai mudando, espírito leve, leve, quase flutuando por aí e ele falando, falando, falando…
banho, como gosto. madrugada, escuridão e a água caindo, cabeça pensando pensando e nunca vazia. cheiro novo. limpo. sem o perfume. nem meu, nem o dela.
voltei pra casa. queria sentir algo mais do que nada. o vazio. o cheiro da buceta molhada dela. o beijo, o peito. vazio. tédio. ok, me chupa vadia. não para. mandei você não parar. não para que eu tô com tédio, a cerveja acabou, a pinga também e eu quero ir pra casa dormir.
eu te amo também.
não, vou a pé. quem sabe não me pegam pelo caminho e eu sumo. você nunca mais vai saber de mim e eu não...
Mais coerente, Hot Chip volta com música inspirada...
Londrinos do Hot Chip voltam em fevereiro com o sucessor de Made in The Dark.
Com influências do soul e funk britânico, o Hot Chip parte para o desconhecido no sucessor de “Made in the Dark”, com o nome de “One Life Stand”. Influenciados por Prince e até Susan Boyle, o álbum é mais um registro dos criativos londrinos.
Mais coeso, linear e limpo que o anterior, as dez...
queria eu ter a coragem e sangue frio. metade das pessoas que eu conheço estariam em um sono mais profundo agora.
mal estica as pernas e essa merda começa a apitar e o calor invade o quarto e o corpo porque o ventilador quebrou e o suor nojento surge no corpo e você está fedendo! mas fica deitado. respira e se acostuma ao suor e ao cheiro. é você, teu corpo e tua cama. e é a tua hora de trabalhar. melhor levantar, tomar teu café, escovar os dentes e cumprir seu dever de trabalhador. que calor do inferno.
lendo de novo. tá me fazendo bem. de volta ao que eu era. o que eu sempre fui.
So I cry hard, let it fall.
tenho um machucado no calcanhar e eu ando e sangra, gruda na meia branca e me faz lembrar que tem algo lá no fundo que me machuca, sangra mas não mancha. ou talvez eu goste de branco e vermelho.
deu vontade de escrever, de abrir meu peito e arrancar o coração, deixar na sala como objeto de decoração e deixar o sangue sair do corpo. branco, branco, feito cadáver, esse zumbi que anda, que ri, que fala. só não deita nem rola.
mas que caralho.